Terra Madre Brasil - Rede Nacional de Comunidades do Alimento

agosto de 2010

23/08/2010

Vídeo: Gente do Terra Madre

Para ver um pouco do rico universo do Terra Madre – encontro mundial das comundades do alimento, veja esse emocionante vídeo:

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17/08/2010

A farinha de Dona Rosa e o Berbigão de Seu Aristides

Texto de Fernando Angeoletto

Saiba mais sobre a participação de algumas das comunidades de projetos de Santa Catarina no II Terra Madre Brasil

Dona Rosa embarca, toma assento e em pouco tempo encanta comissários e a tripulação, tamanha é sua simpatia e tão doce o seu semblante. É a primeira vez que viaja de avião. “Sempre olhava pra cima e dizia que aos 60 anos eu ia viajar naquilo”, conta ela que, aos 53, estava realizando o sonho de voar. O rumo é Brasília. Na capital federal, dona Rosa Nascimento, produtora artesanal de farinha de mandioca do litoral catarinense, foi encontrar centenas de produtores como ela, trocar experiências, estabelecer contatos comerciais. Protagonista da gastronomia tal qual um chef de cozinha, dona Rosa é expressão da máxima “Comer é um ato agrícola”, um dos pensamentos essenciais do Movimento Slow Food. Clique para ler o texto completo »

10/08/2010

É uma fruta, é?

Chef Beto Pimentel e Neide Rigo apresentam vários alimentos brasileiros:

Além deles, outros chefs participantes do Paladar comentam o evento.
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3/08/2010

Socol: embutido produzido artesanalmente

Texto de Adriana Martins

O nome é estranho, mas o sabor é sensacional. O socol, um embutido de carne de porco originário da Itália (mais especificamente, na cidade de Vêneto), foi mais um dos produtos que o C&B conheceu no II Terra Madre Brasil. Quem explicou tudo pra nós foi a Rita de Cássia Bernardete, mais conhecida como Nonna (vovó em italiano). Ela é membro de uma das 19 famílias integrantes do programa Circuito do Agroturismo, na cidade de Venda Novado Imigrante, no Espírito Santo.

O local é famoso por sua colônia de imigrantes italianos e descendentes, que costumavam fabricar pães, fubá, macarrão e outras delícias em casa. A culinária caseira acabou virando opção de emprego e renda a partir do Circuito, no qual as famílias recebem os turistas em casa. Lá, os visitantes têm à disposição licores, doces, compotas, antepastos, bolos, biscoitos, café, vinhos, queijos e outros produtos, tudo artesanal. A especialidade da família da Bernardete é o socol, que tem esse nome porque, antigamente, era feito com “ossocolo”, ou carne de pescoço do porco. Hoje, para deixar o produto menos gorduroso, a Nonna explica que o embutido é feito como lombo. Clique para ler o texto completo »

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